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Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.

domingo, 3 de abril de 2011

Entre o sonho e o mar

As minhas mãos tão frias
geladas como a vida
que envolvem os meus dias
em noites mal dormidas
mostram os meus sentidos
nas pontas dos meus dedos
que tremem, ressequidos
pela aridez dos medos
que envolvem minhas noites
que aumentam meu penar
entre eternos açoites
entre o sonho e o mar.

(Felipa Monteverde)

3 comentários:

Silviah Carvalho disse...

Talvez o medo seja a solidão, lindo poema.

Felipa disse...

Obrigada pelo comentário.
De facto, a solidão causa realmente medo de sentir a falta de um amor...
Beijinho

Nilson Barcelli disse...

O sonho pode ser do tamanho do mar.
Mas os medos não ajudam o sonhar...
Gostei muito do teu poema. Parabéns pelo teu talento poético.
Bom fim de semana.
Abraço.