Alumia com a Tua Luz, ó Cristo, os povos do mundo inteiro...
Poetas
Ai as almas dos poetas Não as entende ninguém; São almas de violetas Que são poetas também. Andam perdidas na vida, Como as estrelas no ar; Sentem o vento gemer Ouvem as rosas chorar!
Só quem embala no peito Dores amargas e secretas É que em noites de luar Pode entender os poetas.
E eu que arrasto amarguras Que nunca arrastou ninguém Tenho alma pra sentir A dos poetas também!
8 comentários:
Sinal de recomeço à vista é a nova linha... Lindo! beijos,chica
Muito interessante este poema, Felipa!
Nova linha, nova vida...
E recomeçar é sempre positivo.
Beijinhos,
Ailime
A vida é por vezes assim.
Os parentises abrem-se e o ponto final parágrafo aparece.
Metas atingidas. O fim? As interrogações não estão no poema?
Recomeçar, está sempre na nova linha, deixo algumas reticências...
Beijinhos da Utilia
Parêntesis, reticências...
e tudo acaba num ponto
e recomeça em nova linha.
Quando te chega a mostarda ao nariz, resolves tudo de uma vez...
Beijos, querida amiga Felipa.
Ás vezes, temos mesmo que pôr ponto final!
Gostei muito.
Beijinhos!
Minha querida
E a vida continua...é tempo de renovação.
Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora
Querida amiga
Desejo-te uma excelente noite, com tudo de bom.
Beijinhos!
Mário
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