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Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Este livro que não li

Este livro que não li
deu-me auroras de segredos
onde andavas, bem te vi
nas escarpas e rochedos
da costa de um mar gelado
que era corpo, eram dedos
que levavam maresias
pelas letras dos meus dias
que não li naquele livro
onde mentiste poemas
de amor em ti cativo.

Felipa Monteverde

8 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida

Lindo como sempre...por vezes queríamos escrever tanto nesse livro, mas apenas deixamos rascunhos.

Beijinhos com carinho
Sonhadora

Lu disse...

Livro que eu lera em segredo
ao pé da maré vazia
numa espécie de degredo
em dia de maresia.

Utilia Ferrão disse...

Que lindo poema de Amor.

E o livro, quem sabe? Fica mesmo escrito, basta apenas desfolhar as páginas escritas na memória aonde nunca se apagam.
Reunindo bem as folhas caídas dos dias passados... muitas estão agarradas colaram-se com o tempo dos tempos.
Beijinhos amiga Felipa e obrigada por este poema encantador
Utilia Ferrão

Nilson Barcelli disse...

Será que o poeta mente sempre...?
Mas não minto se disser que o seu poema é muito bonito.
Gostei.
Grande abraço.

Ailime disse...

Felipa,
Um poema escrito com o coração e onde o amor deixa vestígios "nas escarpas e rochedos".
Belíssimo.
Um beijinho.
Ailime

A.S. disse...

Felipa,

Gostei de caminhar pelas tuas veredas poéticas...

Beijos,
AL

Arnoldo Pimentel disse...

Tudo tem seu tempo, belo poema.Beijos

Mário Margaride disse...

Querida amiga

Há sempre um livro que não escrevemos, e que nunca desistimos de o escrever. São palavras que vamos gravando dentro do nosso coração...

Lindo!

Beijinhos e bom fim de semana!

Mário