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Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.

domingo, 20 de março de 2011

Ó lembranças de outroras

Ó lembranças de outroras
Mais distantes que nem sei
Por que vindes a desoras
Recordar-me nestas horas
O que jamais olvidei?

Por que voltais ao passado
Que eu já havia enterrado
Junto aos sonhos que matei?
Ai lembranças de outroras
Que tão mal vos ocultei…

(Felipa Monteverde)

4 comentários:

Silviah Carvalho disse...

Lembranças sempre voltam. Lindo poema, parabéns.

Nilson Barcelli disse...

As lembranças voltam mais depressa quando as procuramos esquecer...
Belísimo poema. Gostei das tuas palavras.
Beijos, querida Felipa.

Felipa disse...

Muito obrigada pelos calorosos comentários, beijinhos aos dois.

Miguel Afonso disse...

Ó lembranças de outroras
levantai-vos e dizei
quem me lembra nestas horas
em que nada sou ou sei...