Às vezes quero conseguir tudo...
Quero chegar longe, viver muito, sentir tudo.
Quero amar e ser amado com paixão...
Ter dias mais longos. Rir com toda a pujança
Conseguir metas seguir sempre em frente com novas metas no horizonte.
É urgente novas metas e novos horizontes....
Vejo-me como peregrino, arquitecto, amigo, aventureiro, amante, discípulo...
Vagabundo do nada...
Sinto-me leve a caminhar nesta terra de desejos, onde a sede volta a acender-se... Onde nada me satisfaz....
Habitar nesta terra faz-me sentir vivo, faz-me encontrar motivos para avançar.
Mas...
Por Sandro
(Retirado de http://comunidadeseeu.blogspot.com )
Acerca de mim
- Felipa Monteverde
- Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Peço à vida em alimento

Peço à vida em alimento
O fogo desta paixão
Onde morri sem lamento
Onde vivo em doação
Pelas fontes da desgraça
Que me impelem a beber
No sangue da sua taça
Na mágoa do seu sofrer.
Esperei por toda a vida
Quem nunca há-de chegar
E esta espera me convida
A deixar de tanto amar
A deixar de querer tanto
Quem não quer ser meu um dia
A calar fundo meu pranto
A morrer nesta agonia...
(Felipa Monteverde)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Alimento
Disse-me a vida
(que me quer abandonar)
que sou eu que a afugento
ao rejeitar
o calor que o teu peito me quer dar.
Pobre vida
que se dá em alimento
a quem rejeita já essa comida…
(Felipa Monteverde)
(que me quer abandonar)
que sou eu que a afugento
ao rejeitar
o calor que o teu peito me quer dar.
Pobre vida
que se dá em alimento
a quem rejeita já essa comida…
(Felipa Monteverde)
domingo, 18 de julho de 2010
Sem retorno
Fugiram, sem retorno,
todos os passos que dei;
deixaram-me sozinha, ao abandono
abandonando os sonhos que lhes dei.
Fugiram, para procurarem
outros sonhos, outros passos;
deixaram-me aqui só, sem se importarem
com o vazio imenso dos meus braços…
(Felipa Monteverde)
todos os passos que dei;
deixaram-me sozinha, ao abandono
abandonando os sonhos que lhes dei.
Fugiram, para procurarem
outros sonhos, outros passos;
deixaram-me aqui só, sem se importarem
com o vazio imenso dos meus braços…
(Felipa Monteverde)
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Despertar
Havia a tua voz
havia o teu odor
mas o tempo e a distância levam tudo
e adormecem o amor.
Acorda, amor, acorda
chegou o tempo e à distância somos nós
frente a frente à mesma porta
sem coragem para a abrir
e os olhos já despertos pela dor...
Porque havia a tua voz
porque havia o teu odor
Mas o tempo e a distância levam tudo
e o que fica é raiva e fúria e amarga dor
em que adormece um grande amor.
Acorda, amor, acorda
abre os olhos, abre a porta
deixa-me entrar no teu silêncio
deixa-me abraçar a tua imagem
que o tempo e a distância levam tudo
levam tudo mas não levam esta dor.
E havia a tua voz
e havia o teu odor…
Abre a porta, abre a porta
foge ao tempo e à distância
e acorda, meu amor…
(Felipa Monteverde)
havia o teu odor
mas o tempo e a distância levam tudo
e adormecem o amor.
Acorda, amor, acorda
chegou o tempo e à distância somos nós
frente a frente à mesma porta
sem coragem para a abrir
e os olhos já despertos pela dor...
Porque havia a tua voz
porque havia o teu odor
Mas o tempo e a distância levam tudo
e o que fica é raiva e fúria e amarga dor
em que adormece um grande amor.
Acorda, amor, acorda
abre os olhos, abre a porta
deixa-me entrar no teu silêncio
deixa-me abraçar a tua imagem
que o tempo e a distância levam tudo
levam tudo mas não levam esta dor.
E havia a tua voz
e havia o teu odor…
Abre a porta, abre a porta
foge ao tempo e à distância
e acorda, meu amor…
(Felipa Monteverde)
sábado, 12 de junho de 2010
Por todos esses pecados (Hasta mi final)
VERSÃO DA LETRA EM PORTUGUÊS
Por todos esses pecados
Que cometeste por mim
Acenderei cem mil velas
Na escuridão sem fim
E alumiarei a estrada
Onde passas sem me ver
Serei a candeia acesa
Lume para te aquecer.
Nesses pecados e nessas velas
Eu vejo a vida que por amor te entreguei
E hoje mostro quanto te quero
Dando-te a luz que em mim apaguei.
Por todos esses pecados
Cometidos sem razão
Oferecerei mil flores
Para obter o teu perdão.
Nesses pecados e nessas flores
Eu vejo a vida que por amor te entreguei
E hoje mostro quanto te quero
Dando-te a luz que em mim apaguei.
Nesses pecados e nessas velas
Eu vejo a vida que por amor te entreguei
E hoje mostro quanto te quero
Dando-te a luz que em mim apaguei.
E hoje mostro quanto te quero
Dando-te a luz que em mim apaguei.
(Felipa Monteverde)
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Conversas
Conversando contigo
aprendo a ler
e a conhecer
o teu livro.
Nestas conversas
fico a saber
aprendo a ler
as tuas letras.
Ao conversarmos
leio tudo
e o que falamos
permanece mudo
porque eu aprendo
a ler o livro
em que me iludo…
(Felipa Monteverde)
aprendo a ler
e a conhecer
o teu livro.
Nestas conversas
fico a saber
aprendo a ler
as tuas letras.
Ao conversarmos
leio tudo
e o que falamos
permanece mudo
porque eu aprendo
a ler o livro
em que me iludo…
(Felipa Monteverde)
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