Eras apenas um parêntesis
depois reticências...
hoje és ponto final
parágrafo
nova linha
Felipa Monteverde
Acerca de mim
- Felipa Monteverde
- Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.
sábado, 10 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Horas mortas
Nas horas mortas da madrugada
todos os pensamentos se transformam
todas as ilusões se transfiguram
todas as tristezas nos visitam...
Felipa Monteverde
todos os pensamentos se transformam
todas as ilusões se transfiguram
todas as tristezas nos visitam...
Felipa Monteverde
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Havia um pássaro
Havia um pássaro que tinha um sonho:
voar alto.
Mas não lho permitiam,
apenas o deixavam andar rasteirinho,
rente ao chão.
Ele obedecia mas sonhava,
sonhava sempre que voava
pelo alto céu como um avião.
Felipa Monteverde
voar alto.
Mas não lho permitiam,
apenas o deixavam andar rasteirinho,
rente ao chão.
Ele obedecia mas sonhava,
sonhava sempre que voava
pelo alto céu como um avião.
Felipa Monteverde
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Selinho de amizade
A amiga Alice Cerqueira foi a grande vencedora do 5º Pena de Ouro, organizado pela Lindalva do blog Ostra de Poesia.
A Alice ofereceu este selinho aos amigos, que agradeço.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
És um fado que persigo
Encaminho o silêncio
em direção ao tempo que perdi
procurando em cada homem
o que não havia em ti.
Procuro mil destinos
enquanto atravesso o mar
das saudades e enganos
em que aprendo a navegar.
Penso em ti e recomeço
a iludir o pensamento
em tempestades de sonhos
adormecidos no tempo.
És um fado que persigo
és maré de nostalgias
quimera desencontrada
entre as noites e os dias.
Entrego à lua o caminho
que percorro lentamente
procurando em cada homem
quem tu foste realmente.
Felipa Monteverde
em direção ao tempo que perdi
procurando em cada homem
o que não havia em ti.
Procuro mil destinos
enquanto atravesso o mar
das saudades e enganos
em que aprendo a navegar.
Penso em ti e recomeço
a iludir o pensamento
em tempestades de sonhos
adormecidos no tempo.
És um fado que persigo
és maré de nostalgias
quimera desencontrada
entre as noites e os dias.
Entrego à lua o caminho
que percorro lentamente
procurando em cada homem
quem tu foste realmente.
Felipa Monteverde
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Fome
É noite e a minha alma voa,
alada sombra que te segue os passos
por entre a escuridão que não perdoa
a solitária fome dos meus braços.
(Felipa Monteverde)
alada sombra que te segue os passos
por entre a escuridão que não perdoa
a solitária fome dos meus braços.
(Felipa Monteverde)
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Fiel
Permaneço fiel ao silêncio que me inibe,
finjo ouvir palavras que não dizes.
Felipa Monteverde
finjo ouvir palavras que não dizes.
Felipa Monteverde
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