O amor...
Não nasce assim... De surpresa.
Ele é fruto de sinceridades
Mutuamente sentidas.
É todo um magnetismo
Na ofuscante descoberta
Em que a cada troca de olhar
Verifica-se o amor crescendo.
Não é apenas um tocar.
É também um eterno
Pensar e sentir.
É todo um ato de confiança:
Um entregar por inteiro,
Sem ter que temer o falso amor.
Autor: Luís Antonio Rossetto de Oliveira
(http://luisantoniorossettodeoliveirapoesia.blogspot.com/2010/11/o-amor-perfeito.html)
Acerca de mim
- Felipa Monteverde
- Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.
sábado, 20 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Caminho de sonhos e ilusões
Caminhei pelos meus sonhos e notei
que esse caminho se eternizava
em cada desilusão que encontrei
quando atrás de um sonho caminhava.
Mas não pretendo deixar de aí andar
nesse caminho de sonhos e ilusões
pois por cada desengano que encontrar
encontrarei também outras paixões.
Paixão de amar, paixão de rir
paixão de continuar a caminhar
num mundo onde há sempre a descobrir
novas formas de viver e de sonhar...
(Felipa Monteverde)
que esse caminho se eternizava
em cada desilusão que encontrei
quando atrás de um sonho caminhava.
Mas não pretendo deixar de aí andar
nesse caminho de sonhos e ilusões
pois por cada desengano que encontrar
encontrarei também outras paixões.
Paixão de amar, paixão de rir
paixão de continuar a caminhar
num mundo onde há sempre a descobrir
novas formas de viver e de sonhar...
(Felipa Monteverde)
domingo, 14 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Aridez
Era o vento nos meus sonhos
e eu sonhava contigo
em desertos horizontes
onde eu tinha adormecido.
Sonhei vales e desertos
planícies longas, charnecas
e tinha os olhos abertos
tinha as minhas mãos tão secas...
Era o vento nos meus sonhos
e eu não tinha adormecido...
(Felipa Monteverde)
e eu sonhava contigo
em desertos horizontes
onde eu tinha adormecido.
Sonhei vales e desertos
planícies longas, charnecas
e tinha os olhos abertos
tinha as minhas mãos tão secas...
Era o vento nos meus sonhos
e eu não tinha adormecido...
(Felipa Monteverde)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Cravo encravado
A sensação
que me assola o coração
é de uma tremenda solidão
ao pé de ti.
Sei-me sozinha
mas não sou coitadinha
não permito que a minha
vida se espraie por aí.
Sofro calada
mostro-me risonha e agradada
rio-me por tudo e por nada
mas por dentro morri.
Morri de amor
ou melhor, de um desamor
que me cravou no peito esta dor
e a deixou aqui.
Cravo encravado
no meu coração, neste meu lado
que mesmo sabendo-se enganado
só te quer a ti…
(Felipa Monteverde)
que me assola o coração
é de uma tremenda solidão
ao pé de ti.
Sei-me sozinha
mas não sou coitadinha
não permito que a minha
vida se espraie por aí.
Sofro calada
mostro-me risonha e agradada
rio-me por tudo e por nada
mas por dentro morri.
Morri de amor
ou melhor, de um desamor
que me cravou no peito esta dor
e a deixou aqui.
Cravo encravado
no meu coração, neste meu lado
que mesmo sabendo-se enganado
só te quer a ti…
(Felipa Monteverde)
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