Acerca de mim
- Felipa Monteverde
- Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Nasci a cantar
Antigamente houve uma menina
Há muito tempo
E essa menina agora é uma lembrança
Plangente de lamento.
Nasci a cantar
Nasci a cantar
Escondei-me a desgraça
Não quero chorar.
Antigamente eu era uma menina
Há demasiado tempo
E essa lembrança esconde-se entre lírios
De um jardim de tormento.
Nasci para rir
Nasci para rir
Quem dera a tristeza
Não queira cá vir.
Antigamente tudo era sonho e sina
Onde se escoava o tempo
E nunca como agora me surgia na lembrança
Um só sonho, um só momento.
Nasci tão alegre
Nasci tão alegre
Deixai-me assim estar
Que a vida é tão breve.
Antigamente houve uma menina
Nascida de um lamento
Lembrança fugidia, casto lírio
Plangente e sem alento.
Nasci a sorrir
Nasci a sorrir
Meu sorriso é fado
Que estou a cumprir.
Antigamente eu era uma menina
Mas foi há tanto tempo
Que perdi toda a lembrança e toda a mágoa
De um sonho que hoje invento.
Nasci a cantar
Nasci a cantar
As mágoas e penas
Que estou a penar…
Há muito tempo
E essa menina agora é uma lembrança
Plangente de lamento.
Nasci a cantar
Nasci a cantar
Escondei-me a desgraça
Não quero chorar.
Antigamente eu era uma menina
Há demasiado tempo
E essa lembrança esconde-se entre lírios
De um jardim de tormento.
Nasci para rir
Nasci para rir
Quem dera a tristeza
Não queira cá vir.
Antigamente tudo era sonho e sina
Onde se escoava o tempo
E nunca como agora me surgia na lembrança
Um só sonho, um só momento.
Nasci tão alegre
Nasci tão alegre
Deixai-me assim estar
Que a vida é tão breve.
Antigamente houve uma menina
Nascida de um lamento
Lembrança fugidia, casto lírio
Plangente e sem alento.
Nasci a sorrir
Nasci a sorrir
Meu sorriso é fado
Que estou a cumprir.
Antigamente eu era uma menina
Mas foi há tanto tempo
Que perdi toda a lembrança e toda a mágoa
De um sonho que hoje invento.
Nasci a cantar
Nasci a cantar
As mágoas e penas
Que estou a penar…
(Felipa Monteverde)
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Ave à solta
Encontrei o teu coração
que andava por aí perdido
e trouxe-o comigo.
Agasalhei-o
dei-lhe aconchego e calor
curei-o da solidão e da tristeza
e depois deixei-o ir
ave à solta no universo do amor…
(Felipa Monteverde)
que andava por aí perdido
e trouxe-o comigo.
Agasalhei-o
dei-lhe aconchego e calor
curei-o da solidão e da tristeza
e depois deixei-o ir
ave à solta no universo do amor…
(Felipa Monteverde)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
O Natal não é ornamento
O Natal não é ornamento: é fermento
É um impulso divino que irrompe pelo interior da história
Uma expectativa de semente lançada
Um alvoroço que nos acorda
para a dicção surpreendente que Deus faz
da nossa humanidade
O Natal não é ornamento: é fermento
Dentro de nós recria, amplia, expande
O Natal não se confunde com o tráfico sonolento dos símbolos
nem se deixa aprisionar ao consumismo sonoro de ocasião
A simplicidade que nos propõe
não é o simplismo ágil das frases-feitas
Os gestos que melhor o desenham
não são os da coreografia previsível das convenções
O Natal não é ornamento: é movimento
Teremos sempre de caminhar para o encontrar!
Entre a noite e o dia
Entre a tarefa e o dom
Entre o nosso conhecimento e o nosso desejo
Entre a palavra e o silêncio que buscamos
Uma estrela nos guiará
(José Tolentino Mendonça)
É um impulso divino que irrompe pelo interior da história
Uma expectativa de semente lançada
Um alvoroço que nos acorda
para a dicção surpreendente que Deus faz
da nossa humanidade
O Natal não é ornamento: é fermento
Dentro de nós recria, amplia, expande
O Natal não se confunde com o tráfico sonolento dos símbolos
nem se deixa aprisionar ao consumismo sonoro de ocasião
A simplicidade que nos propõe
não é o simplismo ágil das frases-feitas
Os gestos que melhor o desenham
não são os da coreografia previsível das convenções
O Natal não é ornamento: é movimento
Teremos sempre de caminhar para o encontrar!
Entre a noite e o dia
Entre a tarefa e o dom
Entre o nosso conhecimento e o nosso desejo
Entre a palavra e o silêncio que buscamos
Uma estrela nos guiará
(José Tolentino Mendonça)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
É NATAL!

A toda a minha familia e amigos, a todas as pessoas que visitam os meus blogues e a toda a gente em geral, desejo um FELIZ NATAL!
(Eu sei que ainda é cedo, mas com os afazeres da Ceia de amanhã não sei se terei tempo de vir ao blog, por isso desde já aqui ficam os meus votos de Feliz Natal para toda a gente.)
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Tempo
Às vezes o tempo é apenas tempo, outras vezes é tudo o que resta da saudade...
e a vida é sempre o tempo, até que chegue a eternidade.
Eternidade, intemporal espaço de uma esfera de esperança
em que o tempo é apenas brincadeira de criança...
Felipa Monteverde
e a vida é sempre o tempo, até que chegue a eternidade.
Eternidade, intemporal espaço de uma esfera de esperança
em que o tempo é apenas brincadeira de criança...
Felipa Monteverde
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Andei à chuva e ao vento
Andei à chuva e ao vento
andei ao sabor da vida
perdi meu sonho no tempo
e quedei-me adormecida
dormindo sonos de outrora
sonhando versos de amor
com a alma sempre fora
do meu peito e nesta dor
de embalar melancolias
de lembrar tempos passados
na distância desses dias
que de mim foram tirados
pela vida, pelo tempo
pelo sonho, pela dor
de viver cada momento
lembrando um defunto amor...
(Felipa Monteverde)
andei ao sabor da vida
perdi meu sonho no tempo
e quedei-me adormecida
dormindo sonos de outrora
sonhando versos de amor
com a alma sempre fora
do meu peito e nesta dor
de embalar melancolias
de lembrar tempos passados
na distância desses dias
que de mim foram tirados
pela vida, pelo tempo
pelo sonho, pela dor
de viver cada momento
lembrando um defunto amor...
(Felipa Monteverde)
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